
Ondina Pena Pereira, mestre em filosofia e doutora em antropologia pela UnB, traz a memória, o francês Jean Baudrillard, na revista ciência & vida, FILOSOFIA.
Tive o maior prazer de compartilhar com o pensamneto de Baudrillard, a relação existente, entre "objeto, consumo, idéia de objeto e ultilidade."
Ele descreve o momento presente de sua própria cultura através de um método muito singular:" o de ver a si mesmo através do olhar do outro."
Em sua obra " O Sistema dos Objetos de 1968.
Tratou de construir um conceito de objeto, tal como esse funciona na cultura da revolução industrial. O objeto da sociedade semiúrgica só ganha existência na medida em que se libera do seu valorde uso e aparece como função-signo. Isso significa que, nessa sociedade, o interesse não está mais nos objetos em si, mas no sistema de signos e na sintaxe que eles elaboram. Surge assim, para além do estatuto do produto e da marcadoria, o problema da finalidade e do sentido do objeto, o seu estatuto de mensage e de signo. Na nossa sociedade, o uso tornou-se signo do uso, levando o consumidor a buscar nos objetos a idéia que este comunica. Assim, todos os utensílios, do mais rudimentar ao sofi
sticado, vão ser traduzindos em valor distinção dos indivíduos. Aprimorando sua idéia sobre o consumo em sua outra obra de 1970, "A sociedade de consumo". POde-se resumir em "nessa sociedade não consomem objetos, mas as idéias dos objeto. Um objeto não se oferece por sua ultilidade, mas por garantir um determinado sentidona existência de um indivíduo ou de um grupo.Conforme pensado por Baudrillard, e bem descrito pela Ondina Pena, partimos para uma reflexão, na ordem verídicas dos fatos, fazendo uma análise não do outro, mas de nós mesmo como consumidores, como reagimos e até onde vai a inconsciência do eu,não temos objeto mais como um instrumento do qual ultilizamos para a sobrevivência e conforto. O status do século 21. De onde o homem é a idéia do objeto ocasionado no outro, sendo bem simplista na fala é: "sou o que tenho", o que posso pussuir, enquanto não entra uma dimensão do homem, sendo homem em suas funções mais interessantes no meu ver introspecto. Nasceu, ou sempre esteve existente no homem esse lado tão proeminente que desencadeou no sistema capitalista.
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