quinta-feira, 24 de junho de 2010

Uma pequena frase


Ultimamente, ando um pouco com falta de coragem, para dá atenção ao meu blog
...
As vezes temos um pensamento tão legal, interessante...e acaba que quardamos somente para nós mesmos e não compartilhamos...
As férias tão chegando
...
Uma frase
que tem feito muito efeito na minha vida
é :
"Dê valor a quem realmente te ama"
Parai para pensar um dia desses qualquer
e observei que as frases mais simples, mais cafonas, geralmente nos trás grandes verdades
e são cheias de conteúdos
...
Aprendo a cada dia, que o amor é uma construção
que como um amigo já havia dito
o amor precisa ser adubado...ou seja precisa de cuidado,
Bom não vou entrar em outras questões
...
só queria mesmo dizer
que vivo um momento bom na minha vida
e vejo que as coisas estão voltando ao seus devidos lugares
e vejo também
um futuro lindo e cheio de vida e coress..muito colorido...quebrando com o preto e branco
...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Nunca é igual
Se for bem natural
Se for de coração
Além do bem e do mal
Coisas da vida

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Eu etiqueta






Em minha calça está grudado um nome

Que não é meu de batismo ou de cartório

Um nome... estranho.

Meu blusão traz lembrete de bebida

Que jamais pus na boca, nessa vida,

Em minha camiseta, a marca de cigarro

Que não fumo, até hoje não fumei.

Minhas meias falam de produtos

Que nunca experimentei

Mas são comunicados a meus pés.

Meu tênis é proclama colorido

De alguma coisa não provada

Por este provador de longa idade.

Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

Minha gravata e cinto e escova e pente,

Meu copo, minha xícara,

Minha toalha de banho e sabonete,

Meu isso, meu aquilo.

Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

São mensagens,

Letras falantes,

Gritos visuais,

Ordens de uso, abuso, reincidências.

Costume, hábito, permência,

Indispensabilidade,

E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

Escravo da matéria anunciada.

Estou, estou na moda.

É duro andar na moda, ainda que a moda

Seja negar minha identidade,

Trocá-la por mil, açambarcando

Todas as marcas registradas,

Todos os logotipos do mercado.

Com que inocência demito-me de ser

Eu que antes era e me sabia

Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

Ser pensante sentinte e solitário

Com outros seres diversos e conscientes

De sua humana, invencível condição.

Agora sou anúncio

Ora vulgar ora bizarro.

Em língua nacional ou em qualquer língua

(Qualquer principalmente.)

E nisto me comparo, tiro glória

De minha anulação.

Não sou - vê lá - anúncio contratado.

Eu é que mimosamente pago

Para anunciar, para vender

Em bares festas praias pérgulas piscinas,

E bem à vista exibo esta etiqueta

Global no corpo que desiste

De ser veste e sandália de uma essência

Tão viva, independente,

Que moda ou suborno algum a compromete.

Onde terei jogado fora

Meu gosto e capacidade de escolher,

Minhas idiossincrasias tão pessoais,

Tão minhas que no rosto se espelhavam

E cada gesto, cada olhar

Cada vinco da roupa

Sou gravado de forma universal,

Saio da estamparia, não de casa,

Da vitrine me tiram, recolocam,

Objeto pulsante mas objeto

Que se oferece como signo dos outros

Objetos estáticos, tarifados.

Por me ostentar assim, tão orgulhoso

De ser não eu, mas artigo industrial,

Peço que meu nome retifiquem.

Já não me convém o título de homem.

Meu nome novo é Coisa.

Eu sou a Coisa, coisamente.

Carlos Drummond de Andrade.

Bobagens, que fazem parte




Idealize a vida,
viva constantemente fortes emoções,
beije um beijo molhado de arrancar o folêgo,
dance desengonçado,
fale merda,
ria das piadas,
e encontre razões sempre para viver...
com pouco ou muito dinheiro, ser for com pouco
compre uma cerveja bem gelada e deguste seu sabor
e se for com muito,
me chame para uma festinha num cruzeiro, tomando varias cervejinhas...

terça-feira, 25 de maio de 2010

E que o amor..sempre venha vencer o mal
e que as rosas deixadas no caminho ...
sirva, tão de construção de um novo momento como pra tornar o caminho mais
enfeitado...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Presente/Futuro





Algumas dúvidas percorrem aqui dentro de mim.
São mil fatores que me levam a não persistir a fazer uma tatuagem.
Que vão desde social, como religiosa. E logo vem a pessoal.
Porque fazer uma pintura no corpo, que irá se estender por um longo tempo, tem que ser vista e revista, não é simples assim, acredito que necessita de maturidade, atitude e mais...
Essa mandala ao lado, é linda e possui um belo significado.
Se um dia, tiver coragem suficiente farei ela...ou então desistirei...isso é uma dúvida constante. Rs*
Ela me atrai...futuramente quem sabe, num estarei aqui postando ela grudada em mim
ou postando, um texto dizendo que desisti e explicando os motivos... A vida é engraça, ela te dá
várias diretrizes, e você vai fazendo escolhas a cada minuto... Como dizia o filosófo: "Estamos condenados a liberdade" ( Santre). Essa liberdade são as escolhas...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Vamos romper com os muros das diferenças, e olhar as diferenças como arte que a vida nos proporcionou de lindo e místico, e ver no outro o eu talvez escondido ou não... que no final somos todos iguais, constituidos da mesma composição quimica orgânica.

Queria Que Você Estivesse Aqui

Então,
Então você acha que consegue distinguir


O paraíso do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?
Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?

Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui



Composição: David Gilmour / Roger Waters
Pink floyd.
tradução da letra wish you were here.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Definitivo.

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Carlos Drumond de Andrade

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Etta James - Sugar on the floor

Ela é ótima...
é maravilhosa...
A música, é gostosa...Amo!

sexta-feira, 30 de abril de 2010


"Quanto maior for a carga da consciência coletiva, tanto mais o eu perde sua consciência prática. É, por assim dizer, sugado pelas opiniões e tendências da consciência coletiva, e o resultado disto é o homem massificado, a eterna vítima de qualquer “ismo”.


C. G. JUNG

The Blues...


Sabe quando você sente a música penetrando a sua alma?!...
e o seu sistema nervoso faz sinapses loucas...?!
O Blues faz isso comigo,
sinto a música correr minhas véias...
adentra minha alma e eleva o meu espírito.
Só quem é apaixonado pelo Blues, Jazz compreende o que estou falando.

"You don't know what love is until you've learned the meaning of the Blues."

Etta, Chaka and Gladys - Ain't Nobody Business

terça-feira, 27 de abril de 2010

Versos Íntimos
Augusto dos Anjos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável

Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!

O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo.

Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,

Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

domingo, 25 de abril de 2010

Um pouco de mim...


Sou alguém que vê na vida, uma razão a mais pra ser feliz.
Amo brincadeiras que não agridem.
transparência é um dom que possuo.
Ser honesta e verdadeira será sempre uma virtude pra mim.
Odeio ingnorância, de todas as espécies, tanto de grosseria como de não conhecer e criticar.
A inteligência é atrativa. Educação é necessária sempre.
Sensibilidade não é sinônimo de feminidade, muito pelo contrário, os homens mais sensivéis, geralmente são os mais capazes de demonstrar sua masculinidade.
Amizade é complicidade...é defender o outro, é sentir o que o outro sente.
É forte como o amor.
As vezes sou chata...muito chata...chata mesmo
Mas quase sempre sou tolerante e inrrelevante.
Sou alguém livre...apesar de quase nunca sentir-se assim.
Tenho em Deus...a fé, e acredito que ele está além da religião, e até de nós mesmos.
Família, essa é o alicerce da construção de quem somos...tiramos dela a lição futura, quer seje boa ou má...
se for boa prosegumos assim, se má lutamos para torna-se boa.
Amo família, Amo Deus e Amo a vida.

sábado, 24 de abril de 2010

Sexo e Amor...Encontrando no humor a importância do Amor.




DAR NÃO É FAZER AMOR



Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...Te chama de nomes que eu não escreveria...Não te vira com delicadeza...Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...Te amolece o gingado... Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra daro primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuarExperimente ser amado...





Luís Fernando Verissímo.









Dualidade






Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
Yang: o princípio activo, diurno, luminoso, quente, masculino.
Yin: o princípio passivo, noturno, escuro, frio, feminino
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. (Preto) e (branco) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
Esse diagrama apresenta uma disposição simetrica do yin sombrio e do yang claro . A simetria, contudo não é estática. É uma simetria rotacional que sugere,de forma eloquente, um continuo movimento cíclico. Os dois pontos do diagrama simbolizam a idéia de que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto.
Temos assim, a noção de que em nós existe essas duas forças. Breve estarei falando sobre o teorico C. Jung, no qual descreve sobre essa dualidade existente em nós, entre outras.
Referência:

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Olhar introspecto.


Ondina Pena Pereira, mestre em filosofia e doutora em antropologia pela UnB, traz a memória, o francês Jean Baudrillard, na revista ciência & vida, FILOSOFIA.
Tive o maior prazer de compartilhar com o pensamneto de Baudrillard, a relação existente, entre "objeto, consumo, idéia de objeto e ultilidade."
Ele descreve o momento presente de sua própria cultura através de um método muito singular:" o de ver a si mesmo através do olhar do outro."
Em sua obra " O Sistema dos Objetos de 1968.
Tratou de construir um conceito de objeto, tal como esse funciona na cultura da revolução industrial. O objeto da sociedade semiúrgica só ganha existência na medida em que se libera do seu valorde uso e aparece como função-signo. Isso significa que, nessa sociedade, o interesse não está mais nos objetos em si, mas no sistema de signos e na sintaxe que eles elaboram. Surge assim, para além do estatuto do produto e da marcadoria, o problema da finalidade e do sentido do objeto, o seu estatuto de mensage e de signo. Na nossa sociedade, o uso tornou-se signo do uso, levando o consumidor a buscar nos objetos a idéia que este comunica. Assim, todos os utensílios, do mais rudimentar ao sofisticado, vão ser traduzindos em valor distinção dos indivíduos. Aprimorando sua idéia sobre o consumo em sua outra obra de 1970, "A sociedade de consumo". POde-se resumir em "nessa sociedade não consomem objetos, mas as idéias dos objeto. Um objeto não se oferece por sua ultilidade, mas por garantir um determinado sentidona existência de um indivíduo ou de um grupo.
Conforme pensado por Baudrillard, e bem descrito pela Ondina Pena, partimos para uma reflexão, na ordem verídicas dos fatos, fazendo uma análise não do outro, mas de nós mesmo como consumidores, como reagimos e até onde vai a inconsciência do eu,não temos objeto mais como um instrumento do qual ultilizamos para a sobrevivência e conforto. O status do século 21. De onde o homem é a idéia do objeto ocasionado no outro, sendo bem simplista na fala é: "sou o que tenho", o que posso pussuir, enquanto não entra uma dimensão do homem, sendo homem em suas funções mais interessantes no meu ver introspecto. Nasceu, ou sempre esteve existente no homem esse lado tão proeminente que desencadeou no sistema capitalista.

Diferenças Culturais de Pensamentos


"Durante muitas décadas, ainda antes de conhecer Vigotski, houve um debate muito difundido acarca da questão que consisite em saber se as pessoas que crescem sob circustâncias culturais diversas serão diferentes no que tange às capacidades intelectuais básicas que desenvolverão quando adultas. Já no começo do século, Durkheim admitia que os processos básicos da mente não são manifestações da vida interior do espírito ou resultado da evolução natural; a mente origina-se na sociedade."
Os psicólogos da Gestalt apontaram propriedades comuns à mente em todas as culturas. Promoveram a i´deia de que os pricípios da percepção e do pensamento, tais como o da "boa forma"ou 'fechamento", são categorias universais da mente. É nessa discussão que percorre o artigo de Luria em cerca de "Diferenças Culturais de Pensamento".
Segundo ele o pensamento classificatório não é apenas um reflexo da experiência individual, mas uma experiência partilhada, que a sociedade pode comunicar através de seu sistema lingüístico. Esta confiança em critérios difundidos na sociedade transforma os processos de pensamento gráfico-funcional em um esquema de operações semânticas e lógicas, no qual as palavras tornam-se o instrumento principal da abstração e da generalização.
Quando nossos sujeitos adquiriram alguma educação e tiveram participação em discussões coletivas de questões sociais importantes, rapidamente fizeram a transição para o pensamento abstrato. Novas experiências e novas idéias mudam a meneira de as pessoas usarem a linguagem, de forma que as palavras tornam-se o pricipal agente da abstração e da generalização. Uma vez educadas, as pessoas fazem uso cada vez maior da classificação para exressar idéias acerca da realidade. Os processos de abstração e generalização não são invariáveis em todos os estágios do desenvolvimento sócio-econômico e cultural. Pelo contrário, tais processos são produto do ambiente cultural.
Foram feitos por Luria 3 testes, utilizados pelos nomândes camponêses não alfabetizados...sendo que todos seguiram a mesma lógica... Não possuidores da escrita, e sem a ultilização de métodos abstratos para sua sobrevivência, nos testes foram percebidos uma sequência de respostas práticas, sem a ultilização e nem desenvolvimento da abstração em seus conhecimentos empíricos. Percebe-se através deste que a cultura, o ambiente é um grande propussor e formador de funções superiores.
Espero que haja a compreensão de que não estou fazendo apológia a civilização da escrita, conforme os iluministas, sendo discriminatória. Percebo apenas a importância da cultura, da diversificação e do conhecimento tanto empírico como científico, para melhor desenvolvimento da psiquê, em nossos processos tanto internos como externos...funcionando de maneira dinâmica em nosso crescimento como seres racionais, emocionais e espirituais.

Referência:

VYGOTSKY, L.S. ; LURIA, A.R. e LEONTIEV, A.N. Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. São Paulo ; Ícone, 1988.